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Celso Fonseca

CELSO FONSECA

"Ana Costa é uma intérprete e compositora que me impressionou muito desde a primeira vez em que a ouvi. Segura do que sabe e do que quer, faz a ponte entre o samba que domina muito bem – com uma voz própria e cheia de personalidade – e um Pop inteligente, atual, que traz canções de compositores como Zélia Duncan e Carlinhos Brown para um universo novo que ela soube ocupar com a ajuda do produtor Alê Siqueira. Seu novo CD acerta em todos os alvos."
Marina Lima

MARINA LIMA

"Ana, adorei o seu novo CD… Mesmo. Eu já tinha gostado do primeiro (e vc cantava "Olhos Felizes" lindamente!), mas esse segundo deu uma crescida impressionante. É tão musical, poético, inteligente. Adoro a sua voz, a maneira limpa como canta… Soa tão perto de quem está ouvindo que chega a ser confortante. O som… Os arranjos… As canções (algumas tem verdadeiros achados), muito bom de ouvir. E olha que não sou tão ligada em samba… Senti a emoção que bate quando ouço um artista maduro, que já percebe a sua própria trajetória. Parabéns."
Martinho da Vila

MARTINHO DA VILA

"Conheci a Ana Costa com o Grupo "Roda de Sai"a que levei para animar o saudoso "Butiquim do Martinho". Produzi na minha ZFM Record o CD denominado "Quer Sambá" com a participação dela tocando e cantando, usei sua voz como back vocal e a violonista virou cantora. Como evoluiu! Fiquei orgulhoso como um pai ao vê-la cantando com Arnaldo Antunes a música-tema dos Jogos Pan-americanos Viva Essa Energia, no encerramento do Pan Americano 2007, em pleno Maracanãzinho. Como é bom ouvir Ana Costa!"
Moacyr Luz

MOACYR LUZ

"Ouvi as músicas do disco "Meu Carnaval" e abri o peito de recordação. Se me assustei a culpa foi minha. O violão, já primeira faixa, tem o mesmo refino que eu conhecia quando a Lapa era só a memória de Madame Satã. No deserto da Lavradio, um antiquário inventado pelo anjo Lefê, guardava uma cadeira pra Ana se sentar. Uma mulher na Lapa tocando violão. Era pra agradecer sempre e só agora me dou conta? (...) Um dia, engraçadinho, disse pra ela: - Deu uma encorpada, menina! A palavra certa seria incorporada. Ana incorporou uma estrela nesse seleto mundo que é o samba."
Pisciana legítima, inspirada, criativa, talentosa, Ana Costa se apresenta como seu signo realmente se caracteriza. Cantora, compositora e violonista, começou no universo musical no final do anos 80, onde mostrou seu talento em bares da Baixada Fluminense, em grupo de bossa nova e como crooner na orquestra de baile Roberto Bianchinni.

Sua inquietação, determinação e desejo em 1993, fez com que uma nova meta surgisse em sua trajetória artística, o violão. Em tempos de dedicação ao instrumento, conheceu Mombaça, Mart'nália e Analimar, que atualmente são parceiros. Esse momento foi crucial em sua história com o samba.

Um ano se passou e junto de Bianca Calcagni, criou o grupo de samba "Roda de Saia", (posteriormente chamado por O Roda), do qual fez parte por 11 anos. Nessa época, quando a Lapa ainda não era considerada "A LAPA" dos dias atuais, Ana Costa começou a se apresentar por lá com seu grupo e depois (já em 2000) apenas acompanhada de seu violão na principal casa da região, o bar Carioca da Gema. Atualmente a cantora se apresenta aos sábados, quinzenalmente, com sua banda.

Ser corista também fez parte de sua carreira, atuando em CDs de artistas como: Martinho
Ana Costa
da Vila, Luiz Carlos da Vila, Dorina, Joanna, Mônica Salmaso, Tantinho da Mangueira, entre outros.

Sua carreira já estava expandindo. Entre 2004 e 2005, Mart'nália convocou Ana Costa para a formação de sua banda, onde teve a honra de fazer shows em todo território nacional, USA e Europa. Nessa época se tornou parceira também da cantora e compositora Zélia Duncan. As três juntas compuseram algumas faixas, entre elas está "Sem Perdão a Vida é Triste Solidão", do CD "Menino do Rio" da Mart'nália.

Em 2006 a cantora lança seu primeiro disco solo, "Meu Carnaval" pela Zambo Discos produzido por Bianca Calcagni. O disco reuniu grandes compositores em um trabalho de tamanho sucesso que foi recorde de vendas no Japão entre os discos Brasileiros. Entre as 14 faixas do disco, destaque para mais uma parceria com Ana Costa, Mart'nália e Zélia Duncan em "Não Sei o Que Dá" com participação especial de Mart'nália, e para "Olhos Felizes" de Marina Lima e Antônio Cícero que foi uma das regravações, desse disco que colheu tantos frutos.

O ano de 2006 continuou dando bons frutos... Ana Costa foi eleita artista revelação no 5º Prêmio Rival Petrobras de Música. Emplacou "Olhos Felizes" e "Novos Alvos" (sua parceria com Zélia Duncan e Mart´nália, na voz de Paula Lima), na programação da Radio MPB FM. Foi considerada "um dos talentos de 2006", por Antonio Carlos Miguel (O Globo). Ainda neste ano, o CD Meu Carnaval foi licenciado para o Japão onde foi recorde de venda entre os CDs brasileiros. Em 2007 foi indicada como melhor cantora de samba e melhor cantora no voto popular, na 5ª edição do Prêmio TIM de Música.

O convite de Liminha para interpretar a música tema "Viva Essa Energia", dos jogos Pan-americanos de 2007, na cerimônia de abertura no Maracanã, ao lado de Arnaldo Antunes, proporcionou a artista vislumbrar um novo horizonte. Em 2009, Ana Costa lançou o CD "Novos Alvos" produzidos por Alê Siqueira, pela Zambo Discos, que também foi relançado pela Biscoito Fino em 2010. – "Senti a emoção que bate quando ouço um artista maduro, que já percebe a sua própria trajetória." – disse Marina Lima em seu site sobre o novo álbum. "Novos Alvos" gozou de participações como: Oswaldo Cavalo, Leila Pinheiro, Moska e Martinho da Vila, além de parcerias magníficas.

Em 2012 a cantora retorna para casa mais uma vez, o samba. "Hoje é o Melhor Lugar" lançado pela Biscoito Fino, é o terceiro disco de sua carreira, com 15 faixas incluindo a regravação de "O que é, o que é" do mestre Gonzaguinha e a participação especial de Moyseis Marques na faixa "Fogo Sem a Chama".

É muito difícil datar ou comparar Ana Costa com outras estrelas da música, mas as influências existem, é claro, principalmente de: Beth Carvalho, D. Ivone Lara, Clara Nunes e Elizeth Cardoso. – "Na minha adolescência ouvia muito o pessoal do Clube da Esquina além de Ivan Lins, Gonzaguinha, Gal e Elis Regina. Esses eram alguns dos artistas que representavam a grande MPB. Sem dúvida isso foi fundamental para minha formação musical e para meu jeito de compor. Já adulta, o meu encontro com o samba mudou a minha vida. Quem me deu isso de presente foi o mestre Martinho da Vila. Através do samba consegui me expressar de forma autêntica e natural. Era o que faltava para que eu pudesse entender a música na sua forma mais abrangente." – diz Ana Costa.
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